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17 de fev. de 2012 | By: @igorpensar

Guardião Itaú 30 horas

Se você é usuário de Ubuntu ou outro sistema operacional baseado em Linux e usa o sistema Itaú e paga contas por este site, ultimamente teve ou terá dificuldades para fazer isto.  O Itaú implantou um novo sistema de segurança que se vale do que chamam "Guardião Itaú 30 horas".  Se você tentou pagar contas usando o Google Chrome ou o Mozila Firefox foi solicitada a instalação de um "plugin" para este fim.  Só que instalação falha em ambos navegadores.

A única solução que encontrei para este problema foi a instalação de uma "add-on" para o Firefox desenvolvido para resolver este problema.  Basta acessar este endereço https://addons.mozilla.org/pt-br/firefox/addon/home-banking-br e instalar o Banco Bugados BR (Itaú) 1.0 e pronto, problema resolvido.  Não é preciso reiniciar o navegador após a instalação.

Não encontrei até a presente data nenhuma solução para o Google Chrome.

Abraços,
Igor
27 de out. de 2009 | By: @igorpensar

Ubuntu 9.04 experiência e 9.10 expectativas

Por Igor Miguel

Pois é, falta 1 dia (pelo menos enquanto este post está sendo escrito) para o lançamento da próxima versão do Ubuntu batizada com o nome de Karmic Koala, a versão 9.10 (outubro de 2009) da referida distribuição GNU/LINUX. Para quem não conhece o mundo Linux e dos sistemas operacionais livres, vou darei um relato de minha experiência com o OS (operational system).

A maioria dos iniciantes e usuários antigos de microcomputadores preferem o sistema operacional produzido pela Micro$oft denominado "Window$". O sistema operacional é uma interface, um mediador, entre os verdadeiros processos que ocorrem no computador e o usuário. Antigamente, por exemplo, se você desejasse criar um "diretório" (uma pasta) você deveria digitar um comando (nem sempre simples) para realizar tal efeito no computador. A idéia de um sistema operacional de "janelas" (windows) veio para facilitar e criar um ambiente gráfico, amigável, fácil e intuitivo. A moda pegou, o Windows ganhou espaço e Bill Gates ficou multimilionário. Vale lembrar que a ideia de um sistema operacional interfaceado graficamente por ícones e janelas fora criado pela Xerox e depois ROUBADA por Bill, basta assistir ao filme "Piratas do Vale do Cilício".

Pois bem, paralelamente ao universo Microsoft, houve um esforço de vários programadores voluntários ao redor do mundo de contribuir com um sistema operacional que não tivesse um código criptografado (como é o caso da Microsoft), mas que fosse aberto (open source) para que outras pessoas pudessem contribuir e desenvolvê-lo. Um destes sistemas operacionais é o Linux. Para os que querem saber mais detalhes basta "googlear". Mas, em termos bem objetivos o Linux é um sistema operacional livre, gratuíto, seguro, leve e inteligente.

O universo Linux é muito vasto, existem várias distribuições do referido sistema operacional. Cada distribuição adota uma "interface gráfica visual" específica, com aparência e versatilidade específicas. Os mais conhecidos são KDE, Gnome e Xfce.

Eu comecei no mundo Linux usando a antiga distribuição brasileira denominada Kurumim, que funcionava com a interface KDE, muito parecido com o Windows em algumas funções. Porém, por causa do incentivo de uma grande amigo André Tavares entrei de cabeça no universo livre através da distribuição Ubuntu.

O Ubuntu é uma distribuição Linux maravilhosa. Leve, rende o hardware, não precisa de antivírus, e não me deixa na mão em nada em relação ao Windows naquelas funções: editor de texto, internet, porta usb, wi-fi, editores de imagem, mídia (players mp3, wmv, etc.) e outras funções básicas.

Faço tudo com meu Ubuntu, projeto vídeos em power point nas minhas aulas, digito meus artigos, faço desenhos, administro meu blog, uso o BibleWorks (for windows emulado em Wine), escuto minhas músicas, administro minhas planilhas, etc. Faço absolutamente tudo e até mais do que faria com o Windows.

Segundo li hoje no site Ubuntu a nova versão terá muitas vantagens, inclusive a mais importante para mim: inicialização rápida. Apesar do Ubuntu já ter uma boot muito rápido se comparado ao Windows, uma melhoria na performance de inicialização nunca é de mais, com certeza.

Mas, a coisa que acho mais formidável em uma distribuição Linux é o formato de particionamento adotado pela distribuição, que ao invés de NTFS ou FAT32, usa EXT, que é um formato de particionamento inteligente que não fragmenta os arquivos no HD, o que significa nunca ter perda de rendimento e velocidade com o tempo, pois os arquivos não estão fragmentados e nunca precisa usar programas como o "defrag" do Windows.

O Windows é sempre assim, uma delícia após formatação e instalação, e depois de um ou dois meses, um inferno. Meu Ubuntu tem o mesmo desempenho (ou se não melhor) há mais de 1 ano, nunca caiu o rendimento, nunca fica naquela lentidão do Windows, que independente do poder da máquina, sempre cai o rendimento a longo prazo.

Vocês não sabem como é bom ter um sistema operacional que sempre é rápido, quase independente do processador (hi hi hi). Fica aí o estímulo, o universo livre é muito mais fácil do que você pode imaginar.
9 de jul. de 2009 | By: @igorpensar

Internet, Segurança e Sistema Operacional

Por Igor Miguel

Ontem o mundo testemunhou os efeitos de um ataque virtual bem articulado e simultâneo. Vários sites do governo americano e sul coreano saíram do ar . Como isso foi feito? Simples. Todo portal tem uma cota de acessos que quando excedida é bloqueado pelo servidor automaticamente, salvo se os administradores aumentarem a cota. O problema é que os ataques que aconteceram, foram realizados dentro da seguinte lógica:

Um grupo de crackers[1] e não hackers, como veicula a mídia, implantaram pequenos programas em máquinas vulneráveis em diversos lugares do mundo. Assim, estes computadores tornam-se zumbis. Em um horário e data especificados efetuaram acessos simultâneos a sites pré-determinados pelos crackers, sem autorização dos usuários das máquinas usadas. Resultado? Milhares de máquinas acessando determinado site, por exemplo: www.state.gov. Com o excesso de acesso de diversos lugares do mundo, estoura-se a cota de acesso e pronto, sites de bolsas de valores, bancos, sites governamentais e outros saem do ar, provoca-se uma pane generalizada. Assim, até que os administradores tomem as providências, muito dinheiro e tempo é perdido, principalmente em um mundo cada vez mais dependente da Internet e dos computadores.

Importante lembrar que o mundo está caminhando para uma mudança de paradigma, o chamado clouding computing. Cada vez mais usa-se a internet e recursos disponíveis na web ao invés de programas instalados no computador local. A Google pensando nisso, já anunciou o lançamento de seu Sistema Operacional (Chrome OS), que seria um sistema que integra o computador com um usuário cada vez mais on-line que off-line.

Obviamente, com o aumento de máquinas vinculadas à internet, problemas de segurança e vulnerabilidade à invasões ou coisas do gênero aumentarão. Solução? O uso de sistemas operacionais mais seguros. O tempo Window$ já acabou, um sistema operacional de pouca versatilidade, pouco integrado com a internet e cheios de fúros foi o que possibilitou os computadores zumbis nesta última ação cracker. Meu computador, por exemplo, não estava na lista destes crackers, por uma questão simples. Uso um sistema operacional livre em plataforma GNU-Linux, que exige a assinatura do usuário para qualquer ação relevante. Detalhe, não uso qualquer anti-vírus em meu computador.

Outro detalhe, como os usuários de um sistema operacional linux ainda não são tantos, a proliferação acontecerá obviamente através de usuários Window$ ingênuos, que acham que seus computadores nunca serão invadidos.

Use um sistema operacional livre, gratuíto e seguro. Adote uma distribuição Linux. Há uma distribuição extremamente fácil, funcional e em português: Ubuntu.

Veja os vídeos abaixo (nota: A bobo-ponto-com não é o melhor provedor de conteúdo do mundo):


_________________
[1] O termo hacker é uma referência aos especialistas em segurança de rede, que conhecem as vulnerabilidades de determinada rede e seus computadores integrados a ela. Cracker é uma referência a alguém que possui basicamente os mesmos conhecimentos de um hacker, porém faz uso destes conhecimentos com fins maliciosos, como invasão de redes, roubo de senhas, disseminação de vírus, trojans, worms, etc.
2 de nov. de 2008 | By: @igorpensar

KompoZer - Editor de HTML visual para Linux

Finalmente!

Depois de uma longa jornada pela web, esse universo maravilhoso, encontrei um editor visual de HTML, que ajuda muito na substituição do dream. Aqueles que tinham problemas em encontrar um editor visual e talvez apresentavam algum desconforto em uma migração total a uma distribuição Linux (em meu caso Ubuntu), podem fazer uso do KompoZer. Enxuto, prático, visual e naturalmente não é o dream, mas ajuda muito.

Eis o link e façam bom uso: http://kompozer.net/download.php podem baixar!

14 de jun. de 2008 | By: @igorpensar

Windos Vista X Ubuntu (Linux)

Tire suas próprias conclusões... he he he!

Para quem tem dúvidas, minha experiência de algumas semanas de Ubuntu, simplesmente, eu fico com raiva quando uso o Windows, como pode um sistema operacional roubar tanto recurso de processamento e memória, como pode um SO regredir, ao invés de evoluir. A solução? Um êxodo comunitário para o mundo livre, venha para o Ubuntu você também!



10 de jun. de 2008 | By: @igorpensar

Bibleworks 7.0 no UBUNTU (Linux) via WINE

*Este comentário foi postado em http://forum.ubuntu-br.org/
_____


Olá a todos!

Eu sou usuário iniciante do Ubuntu 8.40, e eu havia feito o uma tentativa de entrar no mundo Linux através do Kuruma e na ocasião foi muito legal e tal, mas depois alguns bugs complicados, algumas incompatibilidades de hardware, dificultaram minha permanência no mundo livre. Depois, retornei ao referido mundo, pelo viés Ubuntu, e fiquei impressionado com estabilidade e a resposta rápida do Ubuntu quanto mais em interface Gnome, que é enxuta sem menciona efeitos de cair o queixo.

Pois bem, tudo que preciso - basicamente - como replacement aos softwares windows, eu consegui. Exceto, um software for windows, que considero o mais poderoso aqueles que estudam teologia e trabalham com textos Bíblicos de forma acadêmica. Refiro-me ao Bibleworks 7.0 http://www.bibleworks.com, que apesar de sua versatilidade não roda aqui no Ubuntu a priori.

Vi que ninguém havia postado nada do gênero em língua portuguesa, e me parece ser a angústia de alguns usuários em língua inglesa, por isso achei por bem postar a solução simples, para se rodar o Bibleworks via WINE.

Como não há bibliotecas (dll's) dispersas nesse sistema, simplesmente copiei a pasta: BibleWorks 7 que está em Program Files para /home/igor/.wine/drive_c/Program Files e simplesmente executei o arquivo: bw700.exe contido nessa pasta, agora dentro do diretório WINE.

Simples assim, o Bibleworks 7.0 rodou bem, reconhecendo fontes gregas, hebraicas, os dicionários de hebraico e grego, bem como as gramáticas. Obviamente, era de se esperar algumas mudanças visuais e pequenos bugs, o que considero irrelevante ante a funcionalidade daquelas ferramentas essenciais do BW.

Lembro que o BW rodará da mesma forma como ele foi instalado no Windows, disponibilizando as mesmas versões da Bíblia e os módulos instalados. Aconselho, que caso queira alguma ferramenta adicional que o faça via windows e depois copie os arquivos, seguindo o procedimento acima.

Espero que ajude em alguma coisa.

Igor Miguel