Prezados leitores,
Gostaria de indicar o artigo do Guilherme de Carvalho, pastor da Igreja Esperança e diretor fundador do L'Abri Brasil, que acabou de ser publicado pela revista Ultimato, cujo título é: Há Futuro para o Movimento Evangélico?
Como muitos, eu já passei por várias crises com o evangelicalismo e recentemente com movimentos restauracionistas. Descobri que não é negando o evangelicalismo que chegaremos a uma solução para a crise, mas retornando a seus fundamentos históricos e reafirmando sua pedra fundamental: o evangelho. Devo isto ao grande teólogo Kevin J. Vanhoozer que me fez ver o movimento evangélico novamente com bons olhos. Graças a Deus... voltei à ortodoxia cristã e seus fundamentos clássicos: a trindade, a centralidade de Cristo, salvação absolutamente pela graça, a importâncias dos meios de graça, os sacramentos (ceia e batismo) a Igreja como pleroma de Jesus e aí vai...
Então pergunto: Será que a solução é a negação? Será que temos sempre que inaugurar um novo movimento toda vez que o anterior, aparentemente, fracassou? Em réplica ao artigo recentemente publicado pela revista Época sobre os "novos evangélicos", Guilherme Carvalho propõe que a resposta à crise evangélica é mais complexa, e envolve não um "neo-evangelicalismo" em si, mas a afirmação dos fundamentos clássicos desta fé evangélica.
Uma das soluções, seria o engajamento cristão a partir de uma sólida tradição teológica que dê sentido à espiritualidade, principalmente em tempos em que a doutrina se torna periférica, por causa do infernal e insuportável pragmatismo religioso. Sem mencionar, o relativismo liberal persistente em movimentos chamados "emergentes".
Enfim, leiam o artigo Há futuro para o movimento evangélico? e desfrutem de uma excelente reflexão, para mim, o melhor posicionamento a respeito do que a Revista Época publicou.
Gostaria de indicar o artigo do Guilherme de Carvalho, pastor da Igreja Esperança e diretor fundador do L'Abri Brasil, que acabou de ser publicado pela revista Ultimato, cujo título é: Há Futuro para o Movimento Evangélico?
Como muitos, eu já passei por várias crises com o evangelicalismo e recentemente com movimentos restauracionistas. Descobri que não é negando o evangelicalismo que chegaremos a uma solução para a crise, mas retornando a seus fundamentos históricos e reafirmando sua pedra fundamental: o evangelho. Devo isto ao grande teólogo Kevin J. Vanhoozer que me fez ver o movimento evangélico novamente com bons olhos. Graças a Deus... voltei à ortodoxia cristã e seus fundamentos clássicos: a trindade, a centralidade de Cristo, salvação absolutamente pela graça, a importâncias dos meios de graça, os sacramentos (ceia e batismo) a Igreja como pleroma de Jesus e aí vai...
Então pergunto: Será que a solução é a negação? Será que temos sempre que inaugurar um novo movimento toda vez que o anterior, aparentemente, fracassou? Em réplica ao artigo recentemente publicado pela revista Época sobre os "novos evangélicos", Guilherme Carvalho propõe que a resposta à crise evangélica é mais complexa, e envolve não um "neo-evangelicalismo" em si, mas a afirmação dos fundamentos clássicos desta fé evangélica.
Uma das soluções, seria o engajamento cristão a partir de uma sólida tradição teológica que dê sentido à espiritualidade, principalmente em tempos em que a doutrina se torna periférica, por causa do infernal e insuportável pragmatismo religioso. Sem mencionar, o relativismo liberal persistente em movimentos chamados "emergentes".
Enfim, leiam o artigo Há futuro para o movimento evangélico? e desfrutem de uma excelente reflexão, para mim, o melhor posicionamento a respeito do que a Revista Época publicou.