Post aqui, meu comentário ao interessante posicionamento de Wallace Corrêa responsável pelo Blog Despotês ao artigo da Revista Época sobre os "novos evangélicos".
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Wallace, esta é a pegada.
Quando li o texto da Época, depois da euforia, comecei a pensar, pensar e pensar. E claramente, ouvi as vozes de comunidades emergentes com uma ortodoxia minimalista ou a-ortodoxas, arreganhadas à pós-modernidade, mas sem uma proposta, ou com uma proposta teológica privatizada. James K.A. Smith está certo, a melhor forma de subverter a modernidade é ser pré-moderno, é erguer a Igreja de seus fundamentos, de uma boa tradição cristã.
A Época não falou, por exemplo, da retomada da tradição reformada em alguns círculos, a afirmação da clássica fé protestante, sem desconsiderar o Missio Dei. O artigo não considerou o despertamento intelectual em alguns círculos teológicos, em que se pretende um engajamento político sem as pretensões do materialismo-histórico. O artigo não considerou, salvo os fragmentos de vozes reformadas na matéria, que há uma velha e renovada orientação teológica que afirma a soberania de Deus, sua graça comum despejada no mundo e a depravação dos homens.
No artigo, todos parecem articulados. Cobeligerantes? Mas, não! Estes são pequenos movimentos, destinados a serem engolidos pelo relativismo cultural. Honestamente, no final, só sobrarão as comunidades simples, sem grandes pretensões, que sejam fervorosas, criativas, amorosas e enraizadas em sólida tradição teológica.
Obrigado por seu texto!
Soli Deo Gloria.
Igor Miguel
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Wallace, esta é a pegada.
Quando li o texto da Época, depois da euforia, comecei a pensar, pensar e pensar. E claramente, ouvi as vozes de comunidades emergentes com uma ortodoxia minimalista ou a-ortodoxas, arreganhadas à pós-modernidade, mas sem uma proposta, ou com uma proposta teológica privatizada. James K.A. Smith está certo, a melhor forma de subverter a modernidade é ser pré-moderno, é erguer a Igreja de seus fundamentos, de uma boa tradição cristã.
A Época não falou, por exemplo, da retomada da tradição reformada em alguns círculos, a afirmação da clássica fé protestante, sem desconsiderar o Missio Dei. O artigo não considerou o despertamento intelectual em alguns círculos teológicos, em que se pretende um engajamento político sem as pretensões do materialismo-histórico. O artigo não considerou, salvo os fragmentos de vozes reformadas na matéria, que há uma velha e renovada orientação teológica que afirma a soberania de Deus, sua graça comum despejada no mundo e a depravação dos homens.
No artigo, todos parecem articulados. Cobeligerantes? Mas, não! Estes são pequenos movimentos, destinados a serem engolidos pelo relativismo cultural. Honestamente, no final, só sobrarão as comunidades simples, sem grandes pretensões, que sejam fervorosas, criativas, amorosas e enraizadas em sólida tradição teológica.
Obrigado por seu texto!
Soli Deo Gloria.
Igor Miguel