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15 de ago. de 2012 | By: @igorpensar

Santificação por Louis Berkhof

Louis Berkhof  (1873-1957)
Teólogo cristão reformado de origem holandesa, radicado nos EUA.  Foi muito influenciado pela tradição reformada holandesa, principalmente por homens como Abraham Kuyper e Herman Bavinck.

"A santificação é obra do Deus triúno, mas é atribuída mais particularmente ao Espírito Santo na Escritura, Rm 8:11; 15:16; I Pe 1:2.  É particularmente importante em nossos dias [...] salientar o fato de que Deus, e não o homem, é o autor da santificação.  Especialmente em vista do ativismo, que é um traço tão característico da vida religiosa americana, e que glorifica a obra do homem, e não a graça de Deus, é necessário acentuar muitas vezes que a santificação é fruto da justificação, que aquela é simplesmente impossível sem esta, e que ambas são frutos da graça de Deus na redenção dos pecadores.  Conquanto o homem tenha o privilégio de cooperar com o Espírito de Deus, só pode fazê-lo em virtude das forças que o Espírito lhe comunica dia após dia.  O desenvolvimento espiritual do homem não é uma realização humana, mas é obra da graça divina.  O homem não merece crédito algum pela contribuição que lha dá instrumentalmente. "  (grifo nosso).

BERKHOF, Louis.  Teologia Sistemática.  São Paulo: Ed. Cultura Cristã, 2002. p.492.

22 de out. de 2011 | By: @igorpensar

Teologia Reformada e Cristianismo

O teólogo Franklin Ferreira faz uma excelente e sóbria explanação sobre o papel da teologia reformada no cristianismo global.   Uma introdução importante sobre como reformados pensam teologia.  Esta palestra foi realizada na 27a. Conferência Fiel para Pastores e Líderes recentemente realizada pela Editora Fiel.

Fonte: Editora Fiel on Vimeo.
3 de ago. de 2010 | By: @igorpensar

Salvação pela Graça

Por Igor Miguel

Espero que este texto seja o primeiro de uma série de impressões sobre os fundamentos do evangelho e as conexões existentes entre a fé cristã em sentido estrito e suas origens no judaísmo. Quando digo, "sentido estrito", afirmo que a fé cristã deve ser considerada como um movimento legítimo de acolhimento das nações não-judias em Cristo. Porém, devido a sua diversidade confessional e teológica durante a história e os diversos ambientes culturais em que se instalou, alguns ramos do cristianismo e algumas tradições inerentes a seu desenvolvimento, acabaram por absorver elementos não-cristãos e não-bíblicos em seu arcabouço. [clique aqui e baixe o artigo completo em PDF]